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segunda-feira, 22 de abril de 2013

MUDANÇAS DE CASA

Mais uma vez na minha vida vou mudar de casa: a oitava mudança.
Nasci na casa nº 12 do Passeio de S. Lázaro, na paróquia de Santo Ildefonso - Porto. Casa relativamente pequena, sem vãos para as traseiras, bem depressa fez com que meus pais, passados pouco mais de dois anos, se mudassem.



Aqui nasci.


Mudámos para o nº 538 da Rua Antero de Quental, prédio que posteriormente foi demolido para dar lugar a este que se vê na imagem:


A grande inovação desta nova casa foi o fogão eléctrico, deixando de haver o inconveniente das descargas de carvão e lenha, que na casa de S. Lázaro eram arrumados no sótão.
Tinha esta casa um grande quintal, com uma ramada de uvas, onde eu me deliciava a brincar:


Com a tia Alice, minha madrinha 
de Baptismo (1954)



No meu carrinho de pedais (1954).


.

Num dos caminhos do quintal (1954).



Regando (1954).


Ainda não sei quais as razões que levaram meus pais a mudarem-se mais uma vez. E assim fomos para a Rua Latino Coelho nº 292, lugar onde agora se ergue este prédio:


E aqui permanecemos por cinco anos, até ao falecimento de meu pai, em 1961. Minha mãe tomou a decisão de mudarmos para Espinho, onde residiam meus avós maternos, um bom apoio familiar. Aliás, fixar residência em Espinho já era uma aspiração de meu pai, quanto mais não fosse depois de se reformar do cargo de paleógrafo do Gabinete de História da Câmara do Porto.
Dispúnhamos de uma posição na Cooperativa Habitacional dos Servidores da Câmara Municipal do Porto que nos permitiria a construção e aquisição de habitação própria. Enquanto este facto não se concretizava ficámos num rés-do-chão arrendado na Rua 14 nº 856, à esquina da Rua 27, abaixo um pouco do quartel dos Bombeiros Voluntários de Espinho:


Esta casa também já não existe. O local está hoje ocupado por bloco de apartamentos.
Finalmente, em Setembro de 1963, começou a construção da nova casa, que viria a ser concluída em Março de 1964, tendo ali já passado a Páscoa. No entanto, era ainda uma primeira fase, pois só o andar superior estava acabado.


Recomeçaram obras em 1969, que ficaram concluídas em Março de 1970. Acabou-se o rés-do-chão, para onde passámos a viver, e construíram-se a garagem e anexos:





Entrada para os anexos.



«Estúdio de gravação»...



Sala de tratamentos.


Durante o serviço militar, parte dele prestado em Braga, apaixonei-me por esta vetusta cidade e resolvi mudar-me para aqui em 1983, e fui ocupar um apartamento dúplex neste prédio da Rua Simões de Almeida: 


Apartamento este que, com o crescer da família, se tornou pequeno, pelo que adquirimos uma moradia na paróquia de Frossos, em 1996:


Considerando a insalubridade do local, optámos por mudar para uma moradia arrendada em Gualtar:




Agora estamos em Lomar! É melhor parar por aqui!






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