QUEM SOU

A minha foto
Braga, Minho, Portugal
Franciscano com paciência beneditina.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

EQUIPAMENTO PESSOAL DO LEGIONÁRIO ROMANO



    O equipamento pessoal era fornecido pelo Estado mas descontado no soldo.
    Usava roupa interior de linho, semelhante à actual (cuecas e camisola), túnica de lã de mangas curtas e até aos joelhos.
    Como calçado usava sandálias cardadas (caligae):


    A capa curta, em burel, era usada também como cobertor:


    
    Nos países frios usava calças (bracae):


    A cota de malha pesava uns 10 Kg.
    O escudo tinha 1, 5 m. de altura:


    O total do equipamento pesava cerca de 20 Kg., o que fazia de cada legionário um pesado soldado de infantaria.
   
     Restante armamento e equipamento:



    Pillum, com 2 metros de comprimento e alcance de 30 a 60 metros.


Gládio, usado pelos soldados no lado direito do cinturão, e pelos oficiais no lado esquerdo.
(Arma de origem hispânica)

Punhal ou adaga, usado pelos soldados no lado esquerdo do cinturão, e pelos oficiais no lado direito.
(Arma de origem hispânica)


Capacete (galeae)

    Saco cantil, corda, corrente.


Alvião


Caçarola


Enxada


Picareta


Sacho

       Os oficiais usavam ainda uma vara para aplicação de castigos corporais.
    Era este o armamento e equipamento no tempo de Trajano.

FIM
   






quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

domingo, 23 de novembro de 2014

COISAS DA ARCA DO VELHO - CONFEITARIA SHELLTOX – MATA QUE SE FARTA! - ESPECIALIZADA EM PASTÉIS PARA AS SOGRAS



COISAS DA ARCA DO VELHO

CONFEITARIA SHELLTOX – MATA QUE SE FARTA!

ESPECIALIZADA EM PASTÉIS PARA AS SOGRAS


Não fora haver a lamentar uma morte, e este triste facto, ocorrido há meio século, por altura dos Fiéis de 1964, até dava para rir!
Por razões óbvias, não vou aqui mencionar nomes nem de outra forma criar pistas que levem à identificação dos intervenientes no caso. Quem disto for contemporâneo e ler esta crónica com certeza que se me substituirá numa narrativa mais pormenorizada.
Antes de tudo, e passe a publicidade, «Shelltox» era um insecticida em aerossol, dos primeiros comercializados em Portugal, em embalagem pressurizada, e produzido pela petroquímica holandesa «Shell», de cujos combustíveis com certeza todos nós nos lembramos e nos abastecemos nos nossos veículos.
O «slogan» mais divulgado na publicidade deste insecticida era “Shelltox Aerossol – Mata que se farta” (os insectos, bem entendido)...
No dia 1 de Novembro de 1964 o tema geral das conversas era a morte de uma jovem que tinha comido uns pastéis «mil-folhas» comprados na Confeitaria x, e, a seguir, como se tivesse começado a sentir mal, tinha tomado um copo de leite, o que teria acelerado o efeito do hipotético veneno.
Estava-se, portanto, perante uma fatal intoxicação alimentar.
Mas devida a quê?
Evidentemente que iria haver uma autópsia, e, enquanto os resultados oficiais desta não fossem divulgados, teriam lugar as inevitáveis, incríveis e imaginativas especulações.
O funeral da rapariga teve lugar daí a um ou dois dias. Esperei-o no cemitério e assisti à última abertura do caixão: estava vestida de noiva, e as extremidades dos dedos estavam cianosadas.
O cadáver foi recolhido no «depósito», um barraquito no canto Nordeste da parte antiga do cemitério, onde ficaria a aguardar autópsia, que se realizaria nas caricatas e habituais condições: vinha um agente da Polícia de Segurança Pública evacuar o recinto, o corpo era retirado da urna e colocado, ao ar livre, sobre uma improvisada mesa de madeira, e os respeitáveis magistrados, oficiais, escrivães e peritos do Tribunal procediam ao trabalho.
Entretanto corriam as mais diversas versões acerca da causa das intoxicações. Sim, intoxicações, porque houve mais vítimas, embora não tão graves.
A referida Confeitaria x, nesse tempo, situava-se num edifício velho, e por isso infestado de ratos. Não faltavam testemunhas a terem visto os roedores deliciarem-se com o conteúdo das montras. Como tal, a gerência tinha raticidas que... ou os ratos levaram consigo para os bolos ou... Um determinado empregado, julgando a quantidade de açúcar em pó ser pouca para dar uma aparência apetitosa aos «mil-folhas» teria, por engano, polvilhado os mesmos com... ARSÉNICO! Imagine-se! Arsénico usado como raticida!
Ora para nem tudo se perder o zeloso funcionário teria sacudido todo o pó e substituído por açúcar verdadeiro, só que isso não teria evitado que uma dose letal tivesse permanecido no pastel.
Mesmo ainda antes da chegada dos resultados da autópsia já se afirmava, peremptòriamente, que as análises toxicológicas tinham acusado arsénico!
Apenas uns dias depois a imprensa divulgou aquilo que seria o resultado final, mas que a todos custou «engolir»: a Confeitaria x recebia os produtos confeccionados pela Fábrica y, onde uma peritagem mais pormenorizada detectara uma salmonelose proveniente de ovos deteriorados.
Mas mesmo assim outra versão tinha corrido, entretanto: que fora uma empregada dessa fábrica que espalhara as salmonella, através da respiração, para cima da massa dos pastéis!
Uma empregada da confeitaria andou, então, pelas casas comerciais das vizinhanças a mostrar o jornal. Ninguém acreditava!
E agora a razão de ser do título desta croniqueta:
Logo a seguir à fatal intoxicação a Confeitaria x foi encerrada durante alguns dias, e numa madrugada apareceu este letreiro colado na mesma:

CONFEITARIA SHELLTOX – MATA QUE SE FARTA!

ESPECIALIZADA EM PASTÉIS PARA AS SOGRAS

Aquela terra era profícua em casos estranhos, inexplicáveis: desaparecimentos, culpas a morrer solteiras...
Julgo ter vivido de perto, nos meus 20 anos de residência ali, o último desses casos de contornos ainda hoje mal definidos que a terra cobriu para sempre.

FIM

terça-feira, 18 de novembro de 2014

EXÉRCITO ROMANO




EXÉRCITO ROMANO


1 LEGIÃO = 4800 homens = 10 COORTES de 480 homens cada.

1 COORTE = 3 MANÍPULOS de 160 homens cada.

1 MANÍPULO = 2 CENTÚRIAS de 80 homens cada.

1 CENTÚRIA = 10 CONTUBÉRNIOS de 8 homens cada.


PRIMIPILO (PILUS PRIOR) – O CENTURIÃO mais importante.

TRIBUNO – Oficial superior, geralmente oriundo da classe de CENTURIÕES.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

terça-feira, 23 de setembro de 2014

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

terça-feira, 12 de agosto de 2014

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

quinta-feira, 17 de julho de 2014

ESPIGUEIRO

ESPIGUEIRO
por Rob
Lápis de côr sobre papel
416 mm. x 297 mm.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

TOMANDO ÁGUA


TOMANDO ÁGUA
por Rob
2014
Lápis-pastel sépia sobre papel
303 x 214 mm.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

sábado, 14 de junho de 2014

COISAS DA ARCA DO VELHO - 30 ANOS DE PROFISSÃO RELIGIOSA


    Perguntar-me-ão, e com razão, porque está Santo António, neste seu dia, em cima da «arca»?
    Ora bem... Ele também era conhecido como «Arca do Testamento», tais eram os seus conhecimentos acerca da Sagrada Escritura, o que lhe valeu ser um dos maiores teólogos e pregadores de todos os tempos.
    Mas não tenhamos a pretensão de esta ser a «Arca do Testamento». Nada disso. É a «Arca do Velho», de onde eu vou, de vez em quando, sacar umas memórias, umas evocações.
    E faz hoje, dia 13 de Junho de 2014, trinta anos que fiz a minha profissão religiosa, como irmão franciscano secular (ou irmão terceiro franciscano, ou ainda irmão penitente), numa Igreja dos Terceiros repleta de fiéis, durante a Missa Solene da mais importante celebração litúrgica que durante o ano decorre neste templo:



    Embora seja a Imaculada Conceição o orago da igreja e S. Francisco de Assis o fundador da Ordem, a verdade é que a imagem de Santo António de Lisboa é ali a mais venerada.


    Congratulei-me com isto, porque a devoção a Santo António estava profundamente enraizada na minha família. Minha mãe nascera na Rua de Santo António, no Porto, assim chamada por começar junto à igreja dos Congregados, onde o santo é carinhosamente venerado, e era dele muito devota. 
    A imagem de louça vidrada de Sacavém, que os meus pacientes leitores vêem sobre a «arca», presidiu às refeições da minha família durante muitos anos, pois encontrava-se numa mísula, na sala de jantar, junto de uma pequena reprodução da «Última Ceia» de Da Vinci, que agora está na minha actual sala de jantar.
    Quanto a esta imagem, julgo estar no devido lugar: sobre uma das estantes da minha biblioteca. É o lugar mais apropriado para a representação deste estudioso, deste teólogo, deste filósofo, deste professor universitário, enfim...
    Não queria escrever aqui e agora um sermão sobre o santo, mas sim sobre o culminar de um percurso iniciado na Fraternidade Franciscana Secular do Amial - Porto, em 1981.
    Primeiro, como postulante, tive a grande alegria de, em Fátima, participar na Peregrinação Nacional Franciscana que marcou o início do centenário do nascimento de S. Francisco de Assis:

Igreja de Nossa Senhora dos
Anjos do Amial - Porto, que
integra o convento dos Frades 
Menores Capuchinhos, onde
está inserida a Fraternidade
Franciscana Secular.

Nos dias 3 e 4 de Outubro de 1981 participei na
primeira actividade, como postulante, estando
presente, em Fátima, nas comemorações do 
8º Centenário do Nascimento de S. Francisco
de Assis.
Aqui, antes da partida, com algumas irmãs
Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora
(Franciscanas de Calais).

    Iniciou-se o Ano Pastoral Franciscano e, com ele, a preparação para a «tomada de hábito», da qual eu não sabia o que constava, e imaginava que nos fosse mesmo distribuído um hábito semelhante aos usados pelos irmãos da Fraternidade de Ovar durante a sua imponente procissão e outras celebrações quaresmais e da Semana Santa:


    Era nossa Mestra de Formação a saudosa Ir. Cândida Gouveia OFS, que já em Angola era franciscana saecular, portanto muito do âmbito dos Capuchinhos.

Ir. Cândida Gouveia OFS (de pé).

    O nosso Assistente era Frei Manuel Pires Ferreira OFMCap, aqui comigo durante o retiro quaresmal de 1982:


    Presentemente, Frei Manuel é guardião do Convento de Santo António, em Barcelos.
    Como a festa de Santa Isabel da Hungria (17 de Novembro), padroeira da Ordem Franciscana Secular, calhou nesse ano à semana, a Fraternidade antecipou-a para o dia 15, e a «tomada de hábito» constou... Da imposição de um pequeno «TAU» metálico na lapela do casaco!
    Sim! Eu iniciei a minha vida religiosa franciscana de fato e gravata, eu que sempre desejaria envergar um hábito, nem que fosse um daqueles incaracterísticos hábitos de Ovar!
    Pouco há a dizer do noviciado decorrido no Amial. Durante a Quaresma organizámos um retiro em Ermesinde, no Convento das Irmãs do Bom Pastor:


    Eu já tinha em vista a minha mudança para Braga, e consequentemente a minha transferência para a Fraternidade Franciscana Secular de Braga (nesse tempo ainda Venerável Ordem Terceira de S. Francisco da Cidade de Braga). Aqui iria decorrer o restante do meu noviciado e aqui professaria a «Santa Regra da Penitência».
    Em Braga não havia Mestre de Formação. Disso se encarregava o Assistente, Frei Domingos Casal Martins OFM, prefeito do então Seminário de Montariol:

  

    Desde a minha chegada à Fraternidade que Frei Domingos se mostrou deveras interessado na minha profissão, mas dadas as circunstâncias da mesma Fraternidade isso só se viria a concretizar mais de um ano depois.
    A questão do hábito fascinava-me. Eu sabia que os hábitos dos Capuchinhos eram confeccionados no Convento de Santo António, em Barcelos, pois era ali que decorriam os noviciados destes confrades.
    Um dia fui bater à porta do convento e atendeu-me Frei António de Faria OFMCap., figura muito popular e querida na cidade.

Frei António de Faria OFMCap. (à esquerda) com 
Frei Anselmo de Moena OFMCap.

    Expus as minhas pretensões, e ele, prosseguindo na sua tarefa de enfiar terços, declarou, com um sorriso, ser ele próprio o alfaiate da Ordem. Era simples fazer um hábito da Ordem Terceira: a tunica era semelhante à deles mas sem capuz. Só que a capa... Frei António nunca tinha feito capas para a Ordem Terceira, e as dos Capuchinhos eram diferentes, pois apenas cobriam até às pontas dos dedos.
    Pedi orçamento, tirei as medidas e encomendei o hábito. À minha custa, pois...!
    Dias depois fui provar, tendo ali encontrado Frei Albino Felicíssimo OFMCap., a quem já conhecia do Amial. Enquanto Frei António, comigo de pé em cima de uma mesa, me alinhavava a bainha da túnica, Frei Albino perguntou-me:
   - Que dizem os teus superiores acerca de usares o hábito?
    Eu já tinha dado o «toque» ao Frei Domingos Casal Martins, e a verdade é que não desaprovou. Nem aprovou com entusiasmo. Apenas sorriu. E foi isso que respondi ao Frei Albino.
   Um dia là fui buscar o hábito: túnica, cordão e... capa, muito mal talhada. Coitado do Frei António! Não lhe podia exigir mais...
    E foi assim que me apresentei para professar. Não tenho imagens do acto. Das minhas relações de fora da Fraternidade apenas veio assistir a Ir. Olinda Pinheiro, Franciscana Missionária de Nossa Senhora a quem me ligavam laços de fraterna amizade.
    Éramos três a professar: eu e um casal de professores. Coube-me levar a cruz processional, e cada um dos cônjuges levava uma tocha.
    Apenas chegados ao altar, Frei Domingos fez um esclarecimento: estava ali para professar um irmão que usava um hábito, mas por opção própria. Nenhum irmão franciscano secular era obrigado a usar hábito.
    E ali, de joelhos, pronunciei, finalmente, a fórmula da profissão:
    - Eu, Alberto, para corresponder à graça que o Senhor me concedeu, renovo as minhas promessas do Baptismo e consagro-me ao serviço do Seu Reino. Prometo, pois, viver no meu estado secular, todo o tempo da minha vida o Evangelho de Jesus Cristo, na Ordem Franciscana Secular, observando a sua Regra. A graça do Espírito Santo, a intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e de S. Francisco e a comunhão fraterna me ajudem sempre para que consiga a perfeição da caridade cristã.
    De então para cà...
    Aos poucos, irão saindo da «arca» factos disto consequentes e outros que nada têm a ver com este assunto.
    Sosseguem: o uso do hábito foi mesmo suspenso, senão proibido. Ficaram as capas. Mandei fazer uma, como deve ser, num paramenteiro desta Cidade dos Arcebispos. Mas já nem isso tenho, porque túnica, cordão e capa passaram a fazer parte do acervo do futuro Museu da Fraternidade, por doação minha.






    










domingo, 8 de junho de 2014

COISAS DA ARCA DO VELHO



50 ANOS DE FOTOGRAFIA

    Completa-se neste ano precisamente meio-século da minha actividade como fotógrafo amador, uma vez que iniciei esta minha actividade durante o ano de 1964.
     Meus pais tinham uma câmara KODAK Six-20 Brownie, um «caixote», como eram conhecidas estas volumosas máquinas:





  
    Carregava película 620, negativos 3 x 6 cm., e dava imagens bem definidas.
    Contudo, não seria com este aparelho que eu iniciaria a minha actividade. Era demasiada responsabilidade para um menino ainda com 12 anos.
    Suponho que foi como prenda de aniversário que uma prima minha me ofereceu então uma «FALCON DeLuxe Miniature»:




    Era uma máquina já com algum uso, e fui avisado de que «metia alguma luz».
    Carregava película 127, com negativos  1, 5 x 3 cm ou 0, 75 x 3 cm., mas se a definição das primeiras não era muito boa a das últimas era horrível, pelo que só fiz uma única experiência, felizmente não foi a primeira, tendo esta saído razoável, como comprova esta imagem de minha mãe e minha avó materna, talvez a primeira fotografia que tirei:




    A fim de marcar esse ano em que me iniciei como fotógrafo escolhi como fotografia de perfil, na minha página do Flickr  https://www.flickr.com/photos/robaleiro   , um «passe» tirado aos 12 anos:






    Como «modelos fotográficos» vali-me dos nossos animais, primeiro um cão chamado «Patusco», que teve de ser recambiado para a Arrifana por se começar a mostrar de uma raça grande:






    No ano seguinte vieram para nossa casa dois cães gémeos:




    A «Nitucha», que ficou em nossa casa...


... e o «Miguinho», ou simplesmente »Migo», 
que ficou com os meus avós maternos e o 
gato «Mascote».


    A minha primeira «reportagem» foi a procissão de Nossa Senhora d' Ajuda desse ano (para quem não sabe residi em Espinho entre 1961 e 1981):







    Os tempos eram difíceis, e as verbas para películas, revelações e ampliações ou amplicópias eram escassas. Os resultados obtidos com a «FALCON» eram um pouco desanimadores, e em 1968 comecei também a usar a «KODAK» (caixote), fazendo a «cobertura» da Comunhão Solene da paróquia de Espinho:




    Pelos finais de 1968 resolvi adquirir uma das novas câmaras lançadas pela »KODAK»: o modelo «Instamatic», que carregava uma «cassette» de película 126 com 12 ou 20 negativos:




    Foi o que se pode dizer «uma máquina de guerra», pois acompanhou-me inclusivamente em Moçambique, durante a minha comissão de serviço militar (1974-1975).
    A minha primeira «reportagem com esta câmara» foi na Procissão dos Terceiros em Ovar de 1969:




 






    Isto foi em tempo de paz. Vejamos algumas imagens em tempo de guerra:





    
    Regressado do Ultramar e começando o precário «flash» a não dar a devida resposta, o que me limitava muito as imagens de e nos interiores, entendi por bem adquirir ainda outra câmara, desta vez uma «OLYMPUS PEN EE2»:



    Começava já a ter algum material «a sério», tendo destinado a «KODAK» para fotografia a preto-e-branco com luz natural e esta nova aquisição para fotografia a cores.
    E assim fui fotografado, por este novo «brinquedo», na noite de Natal de 1975, como que brindando a uma nova etapa na minha carreira de fotógrafo amador:



    Não vou ter a pretensão de expôr aqui toda a minha actividade de 50 anos, mesmo que resumida. Convido-vos a visitar a minha página Flickr, acima referida, com mais de 7000 imagens.
    Vou tentar limitar-me ao material. 
    Para já, as câmaras até agora referidas fazem parte do Museu da Imagem de Braga, por doação minha.
    Em 1995, aspirando já a uma profissionalização, adquiri, em 2ª mão, esta «LUXON» com objectiva, «zoom», «flash» e saco:



    Tive ainda uma câmara «NIKON» compacta, de cujo modelo me não lembro, e que sempre me acompanhava no dia-a-dia. 
    Distribuí este último material pelos filhos e aderi ao digital, que veio em boa hora, dada a despesa com o analógico, pese embora a falta da «magia» da expectativa dos resultados das revelações!