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Braga, Minho, Portugal
Franciscano com paciência beneditina.

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

ATÉ SEMPRE, RUI!

O Rui (à esquerda), comigo e com o Álvaro Ramilo, no Colégio de Nossa Senhora da Conceição,
em Espinho, em 1970.

    O Rui Lacerda Machado, meu condiscípulo nos velhos tempos de Espinho, faleceu ontem, 6 de Setembro de 2018, de doença súbita, numa peregrinação a Santiago de Compostela.
    Nascido a 10 de Março de 1954 e formado pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, o Rui dirigia o gabinete RDLM Arquitectos Lda., que, fundado pelo seu pai, fica agora entregue à terceira geração da mesma família. 
    Foi o autor de edifícios como o Auditório de Espinho, o Casino, a Escola Secundária Manuel Laranjeira e a Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva.


    Esta é uma grande perda para a família, para os amigos e para Espinho, pois para além de um espinhense apaixonado pela cidade, perde-se uma importante figura na área da fotografia e da arquitectura. 
   Em parceria com o arquitecto espanhol Francisco Mangado Terra foi o vencedor do Projecto de Requalificação do Canal Ferroviário, e o seu legado ficará para sempre na história da cidade.
   Era "um orgulhoso e empenhado espinhense, que colocou o seu talento e a sua generosidade ao serviço da valorização urbanística da cidade, pelo que essa ficará seguramente mais pobre sem o seu contributo", segundo o Presidente da Câmara de Espinho.
    Já no resto do País, destacam-se entre os seus trabalhos o Hotel-Casino de Chaves e a Escola Secundária Augusto Gomes, em Matosinhos, assim como o design interior do Casino de Vilamoura e do Hotel-Casino do Algarve.
    No Brasil, por sua vez, foi coautor com o Estúdio 41 de três centros de congressos, nomeadamente em Paraty, Nova Friburgo e Cabo Frio.
Descansa em paz, amigo!