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Braga, Minho, Portugal
Franciscano com paciência beneditina.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

ARQUITECTO LUIZ CUNHA

    O arquitecto Luiz Cunha faleceu, anteontem, aos 85 anos de idade. 
    Autor consagrado e com renome internacional, deixou uma obra ímpar que se inclui no chamado pós-modernismo. 
    O seu estilo pesado e robusto veio marcar uma época da arquitectura em Portugal.
    No Minho, pontificam diversas obras do arquitecto, como o edifício do Diário do Minho, na Rua Santa Margarida, em Braga; o hotel e a cripta de S. Bento da Porta Aberta, em Terras de Bouro; e as igrejas de Vila Verde e da Apúlia.
    Entre as suas obras estão também a igreja de Cristo-Rei, na Portela de Sacavém; a igreja de S. Mamede de Negrelos, em Santo Tirso; a igreja do Sagrado Coração de Jesus, no Porto; e a igreja de Santa Joana Princesa, em Aveiro.
    "Na Arquidiocese de Braga, é em S. Bento da Porta Aberta que este autor está bem presente. 
    "A sua última obra, a cripta, foi iniciada em 1994 e foi finalizada já neste século, em 2002", refere uma nota enviada ao Diário do Minho pela mesa administrativa do santuário de Rio Caldo. 
    Nascido no Porto em 14 de abril de 1933, acabou o seu curso superior na Escola Superior de Belas Artes do Porto. 
    Além de arquitecto, Luiz Cunha também deixa obra na pintura e no desenho. 
    Foi professor de Desenho Urbano e Arquitectura do Departamento de Arquitectura e Urbanismo do ISCTE-IUL. 
   "A Mesa Administrativa da Irmandade de S. Bento da Porta Aberta sente a sua partida que, como se referiu, ficará presente nas obras que nos deixou. 
    "Que a sua alma de artista encontre Deus, a Beleza incriada, total e absoluta", pode ler-se no comunicado.

    Resumido e adaptado do Diário do Minho de 30 de Janeiro de 2019.